sábado, 23 de agosto de 2014

O ROMANCE QUÍMICO - PARTE 13 (Final)

13. Vida na Cena do Crime

- Helena! – Ela havia acabado de colocar os pés para fora de casa quando a mãe a chamou. – Precisamos conversar!
Ela deu um longo suspiro antes de se voltar.
- Que foi?
A mãe cruzou os braços diante dela.
- Aonde você está indo depois da escola?
Helena abaixou os óculos de sol para encará-la.
- Ao parque, com a Mercedes. Eu já disse.
- Acabei de falar com a mãe dela. Ela me disse que vocês duas estão brigadas há semanas. Com quem você anda saindo esse tempo todo, Helena?
Helena suspirou de novo.
Oh, droga. Ela sabia que uma hora seria descoberta, mas não pensou que isso ia acontecer tão cedo.
- Conheci um cara, mãe. – Disse ela. – Um cara legal.
- Um cara? De onde?
- Da escola.
- Porque não o traz aqui, não nos apresenta ele?
Helena começou a ficar impaciente.
- Porque eu não quero, mãe. Você e o pai estão pegando no meu pé mais do que nunca!
- Só estamos preocupados com você. Lembre-se que você sumiu em uma festa com esses seus amigos que não conhecíamos e que ainda não pegaram o culpado. Não queremos que nada ruim te aconteça de novo, filha.
- Coisas ruins acontecem na vida de todo mundo, e não há como evitar isso pra sempre. – Revidou Helena.
- Mas é sempre melhor prevenir do que remediar, não acha?
- Eu não sou mais uma criança. Eu cresci, mãe. E estou indo pelo caminho que escolhi. – Helena fez uma pausa. – Guarde suas preocupações para o seu bebê.
Sua mãe a olhou, surpresa.
Helena lhe deu as costas e começou a andar em passos apressados.

***

- Sentimos falta do senhor na festa, professor. – Mercedes franziu os lábios, inclinada sobre a mesa. – Foi muito divertido. Peguei um bronzeado divino e consegui marcas de biquíni perfeitas.
Ela sussurrou a última frase, passando a língua nos lábios, mas Helena, sentada na carteira da frente, conseguiu escutar.
Mercedes ajeitou a gola da camisa do falso professor, que tinha a expressão séria, mas o olhar de quem se divertia.
- Lamento muito não ter podido comparecer. Estava ocupado com um novo projeto. Muito interessante, me atrevo a dizer.
Mercedes percebeu o olhar dele cruzando com o de Helena e o sorriso cúmplice entre os dois.
Ela podia não entender muito bem de sutilezas, mas com a atenção que dedicava a todos os movimentos do homem havia percebido que de alguma forma a insuportável-sempre-vítima-que-sempre-conseguia-o-que-queria da Helena tinha algum envolvimento com ele.
Ela voltou para a própria carteira pensativa.
Maldita Helena.
Maldita mania de sempre frustar os planos dela.
Mercedes cruzou as pernas torneadas, que deixavam os garotos babando quando ela usava a bermuda curta do uniforme, como hoje.
O que Helena tinha que ela não tinha, pelo amor de Deus?
O que fazia com que todos os caras sempre vissem Helena primeiro, e ela como segunda opção?
Mesmo que Helena não estivesse mais entre os populares do ano, Mercedes já havia notado o jeito que os garotos a olhavam, o jeito que ela parecia confiante e como os ignorava.
Helena havia tirado Diego dela só para depois chutá-lo.
E agora deveria estar paquerando o professor de química também.
Mercedes amassou com força uma folha de papel, imaginando que era a cabeça da ex-amiga.
Mas que droga.
Não dessa vez, Helena.
Dessa vez você não vai tirar de mim o que eu quero.
Se o professor não vai ficar comigo, não vai ficar com mais ninguém.

***

Depois da última aula, Helena foi até o laboratório de química.
- Você viu isso? – Ela jogou o jornal da cidade na mesa diante dele. – Três mulheres morreram nessa cidade nas últimas duas semanas.  E estão começando a ligar os crimes.
O homem deu de ombros.
- Qual o seu problema? – Indagou ela. – Vão pegar você.
- Nunca irão me pegar vivo. – Ele sorriu. – Eu tenho um coração a prova  de balas.
Helena suspirou.
- Isso é sério. Não consegue ficar nem um par de semanas sem matar ninguém?
- Você consegue ficar sem escrever no seu diário, ver filmes ou escutar My Chemical Romance?
- Se fosse necessário, sim. Eu conseguiria.
Ele sorriu.
- É aí que está: não é necessário.
Helena bufou.
- Acha que todo mundo vai mentir para a polícia para proteger você, como eu fiz?
- Não, nem todos se importam tanto com a minha liberdade e integridade como a doce e piedosa Helena. – Caçoou ele, guardando os livros na bolsa.
- Se pegarem você, o que eu vou fazer? – Indagou ela.
Ele riu.
- Olhe só o seu egoísmo. Sua preocupação não é comigo, e sim com ficar entediada caso eu seja condenado.
- Porque eu me preocuparia com você? Francamente, meu caro... Não sou sua amiguinha. – Sorriu Helena.
O assassino riu mais ainda.
- Vejam só. Parece que alguém está passando muito tempo comigo.
- Está acontecendo. Estou me tornando tão ruim quanto você.
Ele deu de ombros.
- Não sou ruim, Helena. Apenas... Não me importo.
Era verdade. Helena sabia que ele não se importava com nada nem com ninguém. E porque deveriam julgá-lo por isso? Matar ou morrer, quem tinha o poder de dizer o que era certo ou errado?
- Tem mais alguma coisa a dizer? – Indagou ele.
Helena se inclinou e o beijou demoradamente.
- Não acredito! – A voz de Mercedes os interrompeu. – Helena, a morta-viva, se prostituindo por notas boas em química!
Ela havia fotografado a cena com o celular.
Helena olhou para o assassino, em choque, se perguntando o que fariam.
Mas antes que ele pudesse esboçar qualquer reação, Diego entrou no laboratório, furioso.
- Você está se aproveitando dela, seu cretino! – Gritou ele, investindo contra o professor.
Helena apenas deu um passo para o lado, sabendo que o homem era perfeitamente capaz de se defender.
Viu Mercedes fugir e sem pensar duas vezes correu atrás dela.
Fazia tempo que a falsa ex-amiga estava merecendo uma boa surra.
Porém as longas e torneadas pernas de gazela de Mercedes se mostraram úteis para algo além de impressionar rapazes e ela conseguiu sumir de vista.
Danação!
Helena sabia que Mercedes não iria tão cedo para a direção da escola mostrar a foto, mas sim fazer algumas chantagens antes.
Lidaria com aquilo depois.
Voltou o mais depressa que pôde para o laboratório e deu de cara com o homem saindo apressado e fechando a porta atrás de si.
- Conseguiu pegá-la?
- Não. – Ofegou Helena.
- Vamos embora daqui.
Ela o olhou, sem entender.
- Onde está Diego?
Ele não respondeu, apenas começou a andar e a puxou pelo braço.
Mas Helena se esquivou. Ele não tentou impedi-la e ela entrou no laboratório.
Choque e repulsa formaram um bolo na garganta dela ao se deparar com Diego caído no chão.
As marcas arroxeadas no pescoço dele deixaram claro que ele havia sido estrangulado até o último suspiro.
Ela olhou para os olhos arregalados e vazios dele, perplexa.
- Que foi, Helena? Quer tirar uma foto? – Indagou o homem, com ar sarcástico.
Ela sacudiu a cabeça, tentando negar a si mesma o que seus olhos acabaram de ver.
- Não acredito que você fez isso... Porque?
O assassino deu de ombros.
- Ele se recusou a se acalmar ou se calar. E eu não sou bem um poço de paciência.
Helena suspirou, pesarosa.
- Agora você vai ter que fugir. E eu vou ter que ir junto, depois que Mercedes divulgar aquela foto, vai tudo recair sobre mim e... – Helena se interrompeu. – A não ser que nós a matemos também!
O homem balançou a cabeça.
- Não há tempo. Vamos.
Ele não precisou falar duas vezes.
Abandonaram o laboratório e seguiram para o estacionamento da escola, sem se importarem se alguém os veria.

***

- Pelo amor de Deus! Vamos depressa!
Helena observava, incrédula, o homem guardar as fotografias, uma por uma, em uma pasta, sentando tranquilamente na mesa.
- Para que pressa?
Ela estalou os lábios, impaciente.
- Temos que fugir! A polícia pode bater naquela porta a qualquer momento!
O homem a olhou, pensativo.
- É, acho que não vão demorar muito.
- Então vamos logo! – Helena começou a olhar em volta, nervosa, se perguntando por onde deveriam começar. Documentos, dinheiro, roupas...
- Eu não vou a lugar algum.
Ele continuou a guardar as fotos, olhando-as uma a uma antes de deixá-las cair na pasta.
- Como? – A situação a estava deixando cada vez mais tensa e confusa. Tudo o que ela queria era fugir o mais rápido possível, ir para bem longe de tudo e todos com ele.
- Helena, use o seu cérebro. Sei que você tem um. Mercedes tem nossa foto juntos. Todos naquela escola conhecem o meu rosto. Não adianta fugir, vão nos encontrar.
- Não! – Ela balançou a cabeça. – Vamos pra bem longe. Paris, talvez. Eu sempre quis ir pra Paris!
- Vão nos barrar no aeroporto. – Ele guardou a última foto, a da mãe dele, na pasta. – Acabou.
Helena arfou.
- Não, não pode acabar assim! – Ela se aproximou dele. – Você é um assassino em série e em todos esses anos nunca foi pego... Você é um desses serial killers geniais. Não podem deixar que te peguem por causa do Diego.
Ele se levantou, a olhando como se estivesse achando graça.
- Quem disse que eles vão me pegar?
- Vamos, por favor... – Helena o puxou pelo colarinho. – Eu imploro, homem... Ah, eu nem sei o seu verdadeiro nome!
- Um dia vai saber. Tome. – Ele lhe entregou a pasta com as fotos e também o caderno com as anotações que ela havia feito sobre ele. – Guarde bem. Quando estiver pronta, preciso que conte minha história para o mundo, certo? Sem dramas. Sem eufemismos. Não tente me fazer parecer bonzinho ou algum herói.
Helena segurou a pasta e o caderno, ainda perplexa.
- Não entendo... Porque você está desistindo tão fácil?
Ele suspirou, a expressão serena de sempre.
- É complicado. – Ele foi até a janela, olhando para a rua lá em baixo. - Essa minha paixão é tão exigente. Acho que eu finalmente aceitei que nunca vou conseguir um retrato perfeito como o dela. Porque foi o momento, foi a nossa ligação que fez daquele retrato uma obra única. E se eu sei que não vou mais conseguir repetir o feito, pra que continuar?
- Eu vou ajudar você! Vamos pensar em algo...
- Eu estou tão cansado. – Ele suspirou. – Eu passei tantos anos da minha vida fazendo uma arte que não pode ser vista. Hoje eu só quero que o mundo a conheça. Você me deu essa garantia. Agora eu não preciso de mais nada.
Helena tentou argumentar, mas não encontrou palavras.
Escutou ao longe o eco de uma sirene.
- Eles estão chegando? – Suas mãos começaram a tremer.
- Talvez. – O homem se afastou da janela e a olhou. – Helena, preciso que faça uma coisa pra mim.
Ela arregalou os olhos quando ele lhe entregou a faca que ela já o havia visto usar em uma de suas vítimas.
- Não... – Ela engoliu em seco, segurando a faca com a mão trêmula. – Não, por favor.
Ele pegou a velha câmera fotográfica, única herança do pai, e pendurou no pescoço dela, dando-lhe um beijo na testa.
- Faça o que você faz de melhor e me obedeça, sim?
Helena recuou, trêmula.
- Eu não posso. Deve haver outra saída...
- Eu não quero outra saída. – Ele avançou pra ela. – Quero que você faça. Não consigo pensar em ninguém melhor pra essa tarefa. Depois é só dizer que eu arrastei você até aqui e exigi isso. Ou eu te mataria.
- Eu...
- Faça, Helena. Eu não estou com medo. Porque você estaria?
Ela soluçou.
- Eu vou sentir tanto a sua falta...
- Um dia você vai me superar. Só não esqueça tudo o que eu te ensinei.
- Eu não vou me esquecer.
Helena apertou os olhos.
Quando os abriu, ele sorriu pra ela.
E a luz que entrava pela janela iluminou o rosto dele de uma forma que a comoveu.
Ela segurou o cabo da faca com firmeza, mirou, e o acertou no coração, exatamente como ele a havia ensinado há algum tempo, depois a puxou de volta.
Um gemido escapou dos lábios dele, e seus olhos se arregalaram.
Quando ele caiu, Helena segurou a mão dele.
Ela pensou em tirar uma foto, mas decidiu que preferia guardar aquele momento na cabeça pra sempre.
Teria ficado ali, olhando para ele, por muito tempo, até que suas mãos esfriassem, mas as sirenes se aproximando a alertaram.
Com a câmera no pescoço e a pasta e o caderno nas mãos, desceu as escadas do prédio rapidamente, saindo pela área de serviço.
Ainda não havia acabado.

***

Mercedes estava relaxando na hidromassagem da suíte da mãe quando o celular tocou.
Sorriu perversamente ao ver quem era.
- Alô?
- Precisamos negociar.
Mercedes suspirou, trocando o celular de orelha.
- Não sei se estou interessada. O que eu você pode me oferecer, Helena?
- Descubra você mesma. Estou no seu quarto.
Mercedes se sobressaltou, sentando-se rígida na banheira.
- Como?
Mas Helena já havia desligado.
Mais do que depressa, Mercedes se enrolou em um roupão e calçou os chinelos.
Helena estava mesmo lá, no quarto dela, parada em frente a janela.
- O que você pensa que está fazendo, garota? – Indagou ela. – Acha que pode simplesmente invadir a minha casa assim? Vou chamar a polícia!
- A polícia está ocupada.
Helena se voltou para ela.
- Me passe a foto.
Mercedes cruzou os braços e sorriu.
- Acha que vou apagar a foto assim, de graça?
- Me mande a foto. Não estou pedindo que a apague. Por enquanto. Se não me mandar a foto, não tem negociação.
Mercedes pensou um pouco, depois deu de ombros.
- Tudo bem. Mas não se esqueça de que tenho Diego como testemunha. Ele viu tudinho. A vadia que você é.
Helena a ignorou.
Recebeu a foto no próprio celular, e ficou olhando por alguns segundos. Era inaceitável que aquela ligação tão forte  houvesse sido rompida para sempre.
- E agora, Helena? – Indagou Mercedes. – O que você tem para me oferecer?
Helena a olhou e balançou a cabeça.
- Nada. Você venceu, Mercedes. Fique com Diego e com o professor de química também.
Mercedes riu.
Helena aproveitou a distração dela e pegou a faca que trazia escondida na blusa.
O grito da ex-melhor amiga foi ouvido pelos vizinhos.
Mas Helena a assistiu sangrar até a morte, antes que a polícia chegasse.

***

Querido Diário,

Hoje recebi a notícia de que minha pena foi reduzida para dois anos e meio de internação, o que significa que só faltam seis meses de sanatório na minha vida.
Também fiquei sabendo que a mãe da Mercedes ainda está tentando fazer com que eu cumpra a pena completa de homicídio doloso, agora que eu sou maior de idade. Mas eu duvido que ela consiga.
Me disseram que serei solta por bom comportamento, mesmo que a Dr.ª Gisele tenha dito que sou uma sociopata.
Ela não sabe, mas a escutei dizer para a minha mãe enquanto eu brincava com a minha irmãzinha, na última vista.
Essa psicóloga realmente não tem mais o que inventar.
Meu editor me ligou hoje e estamos combinando os últimos detalhes para a publicação do meu livro.
Logo que vim pra cá revelei toda a história e a polícia identificou as vítimas através das fotos. Choveram jornalistas querendo falar comigo, mas eu não cedi nem uma única entrevista.
Todos terão que esperar pelo meu livro.
Me disseram que com certeza será um best seller e que vou ficar podre de rica.
Talvez eu vá morar fora.
Consiga conhecer Gerard Way, quem sabe...

Helena parou de escrever, levantando os olhos para a fotografia na mesinha de cabeceira.
Eu sinto a sua falta, pensou, passando o dedo pelo vidro do porta-retrato. Eu sinto a sua falta, até agora. E a colisão desse beijo que torna isso tão difícil...
Ela virou a página do diário.

Eu ainda penso nele todos os dias.
Penso em como ele sorriria ao me ver confinada nesse sanatório, porque sabe que eu nunca fui mais livre do que fui com ele.
Hoje já sei seu verdadeiro nome, sua verdadeira identidade já foi revelada.
Mas eu prefiro pensar nele sempre como um homem misterioso. Único. Sombrio.
E hoje eu finalmente o entendo.
E assim consigo me entender, também.
Parece que me tornei a escuridão, assim como todos desejavam.


FIM

4 comentários:

  1. Giiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Que final foi esse? =o
    ashuashauhsauhsausau Não tenho outra coisa pra dizer exceto que amei! xD
    E se prepara que agora vai ser uma redação de enem ai embaixo /o/

    "E porque deveriam julgá-lo por isso? Matar ou morrer, quem tinha o poder de dizer o que era certo ou errado?"
    Acho que isso seria o conceito básico do pq da criação das leis xD auhsaushaushuashaushua

    "Um dia vai saber. Tome." Juro a você que li isso rápido e achei, por um segundo, que o nome dele era "Tommy"(por causa da pronuncia xD), ja tava ficando feliz até notar que tava escrito "tome" do verbo "tomar" ashauhsauhsausuahsuashuahsuah

    Dieeeeeeeeeego! =ooooooo
    Gi, senta aqui comigo e vamos conversar fia u.u
    Como você fez isso com ele????? D: Eu gostava do Diego (/T^T)/
    Pq vocês autores adoram matar personagens queridos? ç.ç
    -qqq kkkkkkkkkkkk ~ mas serio, eu gostava dele, tadinho D: ~

    E eu não sei bem o que dizer da Mercedes, eu não gostava dela, mas acho que me sentiria estranha por dizer que ela mereceu morrer, sei lá, ela era "só" uma adolescente fútil x.x
    É estranho pensar isso? :x ashauhsashaushausa

    E esse final do homem? Nuss, fiquei o tempo todo pensando que ele iria voltar em algum momento pq eu não conseguia "acreditar" que ele tinha... né. Não vou dar spoilers nos comentários xD

    Enfim, não creio que a série realmente acabou e você não revelou o nome dele u.u -qqq A justiça br é tão boa que uma adolescente mata uma colega, vai presa, mas é solta pouco depois e ainda fica rica com uma biografia de um serial killer xD ahsuahsuahsuahusha
    Já esto com saudade das divagações da Helena e do sarcasmo do homem, quero mais ç.ç -q

    Até a próxima série, abraços :3

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  2. "Pq vocês autores adoram matar personagens queridos? "
    Juro que me senti uma J. K. Rowling com esse comentário!
    kkkkkkkkkkkkkkk #QuemDera #Sqn

    Vivi, obrigada mais uma vez pela visita, o comentário detalhado (ADORO comentários grandes XD) e pelas opiniões.

    A pena de 3 anos de internação da Helena é a pena que costuma ser aplicada a "menores infratores" em casos de homicídio doloso, de acordo com o que eu pesquisei.

    O nome do homem...
    Sei que você e outra leitora, a Carla Gomes, vão querer me matar por não ter revelado XD. Mas eu simplesmente não consegui encontrar um nome que o definisse. Pra mim, o papel dele nessa história é ser O HOMEM, um mistério, um enigma....

    Eu demorei tanto pra escrever essa série, e agora que ela acabou já comecei a sentir a falta dela.
    Mas uma nova série vem aí, e espero conseguir entreter e divertir vocês mais uma vez com essa minha imaginação, que às vezes é fértil até demais XD

    Obrigada por me lerem! s2

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  3. Desculpe o atraso, mas aqui estou eu :D
    EU NÃO ACREDITO QUE AINDA NÃO SEI O NOME DESSE HOMEM :'C
    Tudo bem, eu entendo você, se fosse eu no seu lugar, também não conseguiria escolher um nome para ele, mas ainda é difícil de aceitar que eu não sei o nome dele. u.u
    hahaha.
    Que final foi esse? *O* Completamente diferente de tudo o que eu queria/esperava, mas mesmo assim eu amei.
    Eu jamais esperava que ela fosse matar o Diego, a Mercedes tudo bem - eu nunca gostei dela hahaha - mas o Diego? Sei lá, nunca o odiei então eu fiquei com dó dele.
    E o pedido do homem no final para a Helena? Eu não conseguia acreditar enquanto estava lendo O.O
    Amei esse final, o melhor que eu já li, de verdade.
    E sobre a nova série: estou louca de curiosidade, quero muito ler ela.
    Ignore o tamanho desse comentário, mas eu tenho que falar mais uma coisinha: Acho que vou ler Diário de uma Bad Girl e Infernal de novo, estou com tanta saudades dessas séries :3

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  4. Ahhhh que bom que gostou do final, Carla XD

    Achei que só eu relia as séries antigas às vezes (principalmente para corrigir erros de escrita que eu deixei passar antes) :)

    A nova série vem aí!!!

    Abraços :3

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